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NOTIFICADOS SETE CASOS SUSPEITOS DE FEBRE AMARELA EM SANTA CATARINA

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BRASIL QUER REDUZIR PELA METADE AS MORTES NO TRÂNSITO

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  • NOTIFICADOS SETE CASOS SUSPEITOS DE FEBRE AMARELA EM SANTA CATARINA

    NOTIFICADOS SETE CASOS SUSPEITOS DE FEBRE AMARELA EM SANTA CATARINA

    Terça, 23 Janeiro 2018 16:18
  • DOADORES DE SANGUE E MEDULA TERÃO ISENÇÃO EM CONCURSO

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    Terça, 23 Janeiro 2018 16:12
  • MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DEVEM PARCELAR DÉBITOS ATÉ DIA 31

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    Terça, 23 Janeiro 2018 13:40
  • CNH DIGITAL DEVE ESTAR DISPONÍVEL EM TODO O BRASIL ATÉ FEVEREIRO

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    Segunda, 15 Janeiro 2018 20:43
  • BRASIL QUER REDUZIR PELA METADE AS MORTES NO TRÂNSITO

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    Segunda, 15 Janeiro 2018 20:34

CONFIANÇA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA CRESCE EM 2017, MOSTRA INDICADOR DA CNDL

m PESQUISAO Indicador de Confiança da Micro e Pequena Empresa (MPE) atingiu 51,1 pontos em dezembro de 2017, uma alta de 2,2 pontos na comparação com o mesmo mês de 2016, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) divulgado na terça 8. Em novembro, o indicador marcou 51,5 pontos, ligeiramente acima do dado de dezembro.

Segundo a pesquisa, é a primeira vez desde 2015, início da série histórica, que o indicador de confiança dos micro e pequenos empresários termina o ano acima do nível neutro de 50 pontos, “o que sinaliza um predomínio do sentimento positivo entre esses empresários”, considera as instituições. Em dezembro de 2015, o indicador se encontrava na casa dos 40,0 pontos. Pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que, acima de 50 pontos, reflete confiança desses empresários e, abaixo dos 50 pontos, reflete desconfiança com os negócios e com a economia.

“É consenso que a atividade econômica avançou em 2017, apesar desse movimento ser lento e gradual. Espera-se que em 2018, a economia siga avançando e dê mostras mais consistentes de que estamos no rumo da recuperação, com geração de emprego e retomada das vendas”, disse a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

O Indicador de Confiança é composto pelo Indicador de Condições Gerais e pelo Indicador de Expectativas. Por meio da avaliação das condições gerais, busca-se medir a percepção dos micro e pequenos varejistas e empresários de serviços sobre os últimos seis meses. Já através das expectativas, busca-se medir o que se espera para os próximos seis meses.

Retrospectiva

O Indicador de Condições Gerais, que avalia o retrospecto do micro e pequeno empresário sobre o desempenho de suas empresas e da economia nos últimos seis meses, subiu de 32,8 pontos em dezembro de 2016 para 40,5 pontos em dezembro de 2017. No mês anterior, novembro, o indicador se encontrava em 39,4 pontos. “Como o índice continua abaixo do nível neutro de 50 pontos, significa que os empresários ainda não enxergam os últimos seis meses de forma favorável, embora o crescimento do índice aponte uma interrupção na trajetória de piora”, avalia as instituições.

Em termos percentuais, 50% dos micro e pequenos empresários sondados consideram que as condições da economia brasileira pioraram nos últimos seis meses. “Esse número, embora elevado, vem caindo e já esteve na casa dos 90% em meados de 2015 e 2016”, relembra as instituições. Já a proporção dos que notaram melhora da economia marcou 16% em dezembro. Quando restrita somente ao desempenho de seus próprios negócios, 35% disseram ter notado piora, enquanto 21% relatam ter notado alguns sinais de melhora, percentual que também esboçou crescimento.

Expectativas

O Indicador de Expectativas, que serve de parâmetro para avaliar o que os empresários aguardam para o futuro, oscilou para baixo nas duas bases de comparação. No último mês de dezembro de 2017, o índice ficou em 59,0 pontos contra 60,9 observados em dezembro de 2016 e dos 60,6 pontos que marcou em novembro de 2017.

De acordo com o levantamento, quatro em cada dez (37%) micro e pequenos empresários estão em algum grau confiantes com o futuro da economia do país contra 22% de pessimistas. Quando essa análise se restringe a realidade da sua própria empresa, o índice cresce e atinge 52% dos empresários consultados contra um percentual de 11% que manifestaram pessimismo com o futuro de seus negócios.

Apesar da confiança dos empresários no desempenho da economia, na maior parte dos casos, os entrevistados não sabem explicar as razões: 44% desses empresários admitiram não saber qual a razão de seu otimismo, apenas acreditam que coisas boas devem acontecer. A mesma razão é citada por 33% dos micro e pequenos empresários que estão otimistas com seus negócios.

Entre os que estão otimistas com a economia, há também 25% que já notam a melhora de alguns indicadores econômicos e 16% que nutrem esperanças de que a crise política será resolvida em breve. Já entre os que imaginam que suas empresas terão um horizonte positivo nos próximos seis meses, há ainda 24% que confiam na boa gestão que fazem do negócio, medida que os fazem se distanciar dos efeitos da crise, na opinião desses entrevistados. Apenas 7% de micro e pequenos empresários disseram não ser afetados pela atual crise.

Entre os pessimistas com a economia, a questão política também ganha protagonismo, revelando que a incerteza no campo político afeta as perspectivas econômicas de ao menos 32% dos desses entrevistados. Além disso, 19% não acreditam que as reformas serão aprovadas. Dentre os pessimistas com o próprio negócio, 53% atribuem esse sentimento a possibilidade de a crise econômica persistir.

Outro dado investigado pelo levantamento foi o faturamento das empresas. A maior parte (46%) dos micro e pequenos empresários acredita que ele não se alterará ao longo deste primeiro semestre do ano. Outros 38% acreditam que o faturamento poderá crescer, contra apenas 7% dos que esperam queda das receitas, percentual que mostra queda frente a média histórica dos últimos meses.

“O ano de 2017 trouxe surpresas no campo político que abalaram o ritmo de recuperação da economia, mas apesar de alguns episódios adversos, o clima de confiança esboçou melhora ao fim do ano, proporcionando um ambiente mais favorável para 2018. Para dar continuidade a esse processo de evolução, a agenda das reformas estruturais na economia precisa ser agilizada, acompanhada da queda do desemprego, que exerce forte influência sobre o consumo e produção”, analisa a economista Marcela Kawauti.

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G1 > Brasil

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  • Situação de postos de combustíveis no interior do estado só deve normalizar na próxima terça-feira (29), afirma sindicato. Greve dos caminhoneiros entra no seu sexto dia. Sindpetro pediu negociação com caminhoneiros para que postos do interior do estado voltem a ser abastecidos Pedro Bentes/ G1 O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo do Estado de Rondônia (Sindipetro-RO) afirma ter solicitado ao Governo Estadual, na manhã deste domingo (27), escolta para os caminhões com destino ao interior do estado. No entanto, o sindicato diz não ter uma estimativa de quantos caminhoneiros desejam seguir viagem ao destino final da mercadoria, pois muitos grevistas mantém a paralisação fora das estradas, após ordem da Justiça Federal para desbloqueio de rodovias . Conforme o Sindipetro, a expectativa é que o governo envie negociadores ao pontos de bloqueios na BR-364, ainda nesse domingo. A greve dos caminhoneiros completa seis dias em Rondônia, e chegou a contar com mais de dez bloqueios na semana. No município de Candeias do Jamari, o último restante no sábado (26), o bloqueio foi desfeito, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). No entanto, na tarde deste domingo, a BR-421 voltou a ser fechada nas proximidades de Monte Negro. A paralisação dos caminhoneiros em Rondônia resultou no desabastecimento da maioria dos postos de combustíveis na última sexta-feira (25). Mas segundo o Sindipetro, nesse domingo todos os postos em Porto Velho já foram reabastecidos. Já a situação no interior só deve ser normalizada na próxima terça-feira (29), com a chegada dos caminhões de combustíveis, afirma sindicato. Initial plugin text

  • Motoristas retiraram veículos das vias e dos acostamentos neste domingo (27), segundo a PRF. O movimento dos profissionais, no entanto, continua. Caminhoneiros que ocupavam a BR-040 na Zona da Mata e Campo das Vertentes retiraram neste domingo (27) os veículos de todos os pontos de manifestação. A informação foi dada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e confirmada pelo advogado Romário Moraes, integrante do movimento em Juiz de Fora, e pelo caminhoneiro, Silvério Amaral, que também faz parte do grupo em Barbacena. Os pontos de bloqueio ficavam, desde a última segunda-feira (21), em Matias Barbosa, Juiz de Fora e Barbacena. O protesto dos caminhoneiros, no entanto, permanece na região. Os veículos que estavam em Juiz de Fora e Matias Barbosa foram retirados na BR-040 e levados para o Distrito Industrial, na Zona Norte da cidade. Já os que ocupavam a rodovia na altura de Barbacena estão em pátios de postos de combustíveis e em ruas vicinais na região. Segundo a PRF, os caminhões foram retirados por volta das 11h da manhã. Nesta tarde, o trânsito está tranquilo na rodovia.

  • Um voo da companhia Azul, previsto para partir às 2h30 deste domingo (27) para Campinas, foi cancelado.  Protestos afetaram as operações do aeroporto de Juazeiro do Norte, que permanece sem combustível neste domingo (27) Reprodução/TV Verdes Mares O Aeroporto de Juazeiro do Norte permanece sem combustível na tarde deste domingo (27). A informação é da Infraero, responsável por administrar o equipamento. Outros nove aeroportos em todo o Brasil se encontram na mesma situação. Os transtornos nas operações dos terminais acontecem por conta dos protestos dos caminhoneiros, que bloquearam diversas rodovias no Brasil. Na madrugada deste domingo, um voo da companhia Azul, com origem no aeroporto Viracopos, em Campinhas (SP) e que deveria chegar em Juazeiro do Norte às 1h45, foi cancelado. Dessa forma, também não houve o voo que deveria ir a Campinas às 2h30 também não aconteceu. Há ainda um outro voo da Avianca que segue para Brasília às 15h15. De acordo com a companhia, o voo deve sair no horário, sem previsão de atrasos. A querosene de aviação que abastece o terminal vem de Fortaleza ou de Guamaré, no Rio Grande do Norte. Em ambos locais

  • Veículos blindados do 36º Batalhão de Infantaria Mecanizado agora estão no entroncamento da BR-040 com BR-050 em Cristalina. Mudança foi feita por estratégia. Câmera registrou passagem do comboio militar próximo a Araguari, no Triângulo Mineiro MGO Rodovias/Divulgação Militares do 36º Batalhão de Infantaria Mecanizado (BIMec), que saíram de Uberlândia para tentar garantir a circulação de veículos durante os protestos dos caminhoneiros, mudaram neste domigno (27) o local de atuação. Segundo o comandante do batalhão, tenente-coronel Marcus Vinícius Gomes Bonifácio, oito veículos blindados estão em Cristalina (GO), no entroncamento dos trevos da BR-050, que liga Brasília a São Paulo com BR-040, que liga Brasília ao Rio de Janeiro, passando por Belo Horizonte. Antes da alteração, parte da frota ficou neste sábado (26) estacionada no posto de combustíveis Eldorado, que fica depois de Catalão (GO). O restante estava às margens da BR-050, no perímetro de Cristalina. Conforme o comandante, a mudança foi feita devido a localização estratégica. Caso haja algum caminhoneiro parado nas manifestações nas BRs 050 ou 040 e que tenha a intenção de seguir viagem, será liberada a passagem. As câmeras da MGO Rodovias, concessionária responsável pelo trecho, flagraram a passagem do comboio na altura do km 43 no sentido norte, próximo a Araguari, por volta das 17h30 deste sábado. Decreto federal A paralisação dos caminhoneiros chegou ao sétimo dia neste domingo. Os protestos são contra o aumento no preço do óleo diesel. Na última sexta (25), foi publicado, em edição extra do "Diário Oficial da União", o decreto do governo federal que autorizou o uso das Forças Armadas em todo o território nacional para desobstrução de vias públicas federais. A medida foi anunciada em razão da crise gerada pela paralisação dos caminhoneiros, que bloqueiam estradas desde segunda (21) em protesto contra o aumento do diesel. Initial plugin text

  • Desde a noite de sexta (25), postos voltaram a ser abastecidos em São Luís. Neste domingo (27), uma operação é realizada para transportar o combustível via ferry boat até cidades do interior. Operação é realizada para levar combustível ao interior do Maranhão Desde a noite de sexta (25), caminhões transportando combustível saem escoltados pela Polícia Militar do Porto do Itaqui para reabastecer postos na capital. No sábado (26), filas se formaram em vários por conta da volta do combustível. Até este domingo (27), 30 dos 250 postos da capital receberam combustível, de acordo com o Sindicato dos Revendedores de Combustíveis do Maranhão (Sindcombustíveis-MA). Uma outra parte dos combustíveis foram escoltados pela polícia para abastecer serviços essenciais , como carros de polícia, ambulância e o Corpo de Bombeiros. Caminhões-tanque começam a reabastecer postos em São Luís Reprodução/TV Mirante Interior do estado De acordo com o presidente da Agência Estadual de Mobilidade Urbana (MOB), Lawrence Melo, uma operação está sendo realizada para levar combustível até o interior do Maranhão. São mais de 20 caminhões-tanque disponibilizados para abastecer as cidades. “Foram realizadas operações com escolta de caminhões-tanque saindo do Porto do Itaqui e restabelecendo a normalidade do abastecimento em São Luís. Agora estamos avançando para o interior do estado, na região tocantina e também na baixada maranhense. São 22 caminhões-tanque que estão no terminal da Ponta da Espera, são carregados e serão transportados em uma viagem exclusiva via ferry boat para a baixada", afirmou. Mais de 20 caminhões-tanque foram abastecidos para sair do terminal da Ponta da Espera para irem de Ferry Boat até Cujupe. De lá, irão para cidades do interior. Reprodução/TV Mirante